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Strip pode, né?


Geysi já é passado. Não, não é.
Ela não deveria nunca ter saído do anonimato por causa de um vestidinho curto. Nada de mais, inclusive, já vi um do mesmo tamanho, ano passado, na faculdade onde eu estudo e ninguém falou nada.

Foi brutalidade e falta de moral o que os alunos fizeram contra ela. Falta de moral foi ela ter sido punida e os alunos responsáveis não. Cadê a justiça?
A vida dela vai virar de cabeça para baixo (já está virando) ela vai ganhar uma graninha, indenização e coisa e tal e vai voltar a estudar, talvez nem na Uniban, talvez em uma faculdade melhor que ofereça uma bolsa pra ela.


A vida continua e não estou aqui pra falar de uma gordinha chata e sim de uma pivete que quis se aparecer, antes da Geysi, fez bem mais que a gordinha chata e não conseguiu. Ela simplesmente fez um streep tease para um garoto dentro da sala de aula de uma escola da cidade Coelho Neto, do Maranhão, foram 2 minutos de streep e nenhum funcionário ou professor apareceu para tomar alguma medida. Ela tirou toda a roupa ficando apenas de calcinha para o garoto e, além disso, se esfregava se insinuava e beijava o menino. Vale lembrar que a menina e o menino aparentam serem menores de idade.

O que assusta é um caso como este, muito mais grave que o da Uniban a mídia não divulgar muito e as pessoas que ficam sabendo não se manifestam. Já o caspo da mulher puta que faz turismo, é bilíngüe e suposta atriz pornô, todo mundo viu se manifestou e defendeu a “pobrezinha” que agora vai posar nua na Playboy e garantir um prêmio de melhor manipulação de imagem para o cara que editar as fotos dela.
Enquanto a Geysi usa vestido curto e é chamada de puta e expulsa da facudade, a menina de Coelho Neto tira a roupa para garoto em plena sala de aula, se insinua e o máximo que consegue é umas risadinhas das amigas que estão vendo.

A promotoria está investigando o caso e disse que não conseguiu identificar a aluna e nem a escola. Caso alguém que esteja investigando o caso leia esse texto, aqui vai uma dica, para identificar a escola é só olha no uniforme que a menina e o menino usam. Ok? Super dica hein? Faça-me o favor, né? Não quer punir ninguém não puna, mas também não venha com desculpas esfarrapadas.
Quem quiser ver o vídeo segue o link. Tinha no youtube também, mas já foi retirado do ar.

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Defesa à Uniban


É correto uma menina ir com um vestido daqueles em uma escola? Não, não é e tem até regras proibindo o uso de vestido curto em escolas, então porque seria diferente em uma universidade? Porque os alunos já são maiores de idade? E isso muda os valores éticos e morais de uma sociedade? Não.

Que a verdade seja dita, imoralidade e ética são sempre os mesmos não importando a idade do indivíduo em questão, creio eu que a Uniban está completamente ERRADA em expulsar a aluna Geysa de sua academia. Deveria expulsar os 700 alunos que ofenderam a garota chamando-a de PUTA para baixo por usar um vestido curto, porém também não justifica a reação de alguns que estavam de fora do ocorrido chamar esses alunos de viados, pois se reagiram daquela forma foi porque acharam que um vestido daquele não era para ser usado em uma instituição de ensino.

Se a UNIBAN se achou que as vestimentas da garota eram uma ofensa à instituição, certamente a expulsão não é a melhor saída. O que deveria ter sido feito era uma declaração em público repudiando a ação dos alunos contra a colega de estudos, e em particular uma conversa com a aluna sobre os modos de se vestir dentro dos domínios da Unibandeirantes, porém isso não aconteceu e o que vimos foi uma ação digna de comparação com os nazistas que também excluiam aqueles que à eles eram diferentes.
Vocês não acharam que eu iria defender a Unibandida, né?

Em tempo: A expulsão da aluna foi revogada, o que não limpa a cara da Uniban, aliás, suja ainda mais, pois mostra que não tem firmeza em suas ações e é facilmente influenciada. A marca Uniban já foi para o espaço, com tanta publicidade negativa não tem nada que eles podem fazer.
A aluna pode voltar para a faculdade, agora resta saber se ela quer. Se eu fosse ela iria voltar com o mesmo vestido.

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Cavalheirismo, a pior forma de machismo.


As mulheres adoram os homens cavalheiros, suspiram por eles, acham o máximo, o que não sabem que o cavalheirismo é a pior forma de machismo que existe, justamente por escondê-lo. Toda ação do homem, nesse caso, é com o conceito de que a mulher é um ser mais frágil e inferior, a teoria do sexo frágil, por isso elas sempre tem preferência, são sempre as primeiras, os homens prestam favores, abrindo portas, segurando-as e também carregando coisas para elas.

A mulher esquece totalmente do machismo quando se depara com um homem assim, só sabem pensar, nossa, como ele é gentil! Gentil uma OVA! Ele é machista e age como se vocês fossem inferiores. O verdadeiro homem gentil é aquele que ajuda seja quem for, homem, mulher, velho, novo, fraco ou forte, não faz distinção. É aquele que segura a porta para quem está vindo também passar, é aquele que ajuda um deficiente ou um(a) velhinho(a) a atravessar uma rua.

Existe também o cavalheiro de oportunidade, que só é para impressionar aquela gatinha que ele ta de olho, ele faz de tudo na frente dela, ajuda velhinhas, ajuda até mesmo a gatinha, abre porta para ela, carrega o que ela estiver carregando e por aí vai. Não se deixem enganar, esses aí, muitas vezes são grosseirões e, depois que te conquistarem, é que mostraram a verdadeira face.

O homem gentil ajuda a esposa em casa, se não é a esposa, ajuda a mãe, a tia, a vó, o pai. Seja lá quem for, ele ajuda. Muitas vezes os “cavalheiros” são só de fachada, na rua e no trabalho, mas em casa é aquele cara que fica assistindo futebol, coçando o saco, enquanto a mulher faz o resto e ele aproveita para pedir para a querida esposa uma cerveja gelada.
Então, mulheres, prestem atenção e não sejam enganadas. O verdadeiro “cavalheiro” pode ser aquele que você menos espera.

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Se Chorar, Apanha!

Imagem Papeando.net


Está de castigo, e se chorar apanha!

Visto que me interessei pela matéria ontem no Fantástico, mas que não pude acompanhar perfeitamente, expresso aqui minha posição.

Por vezes ouvi frases como essa quando criança. Por vezes levei umas palmadas na bunda.

Aí você pergunta:

Como alguém pôde bater num bebê tão lindo?

É, não havia outra forma de “educar”?

Confesso que como pai, faria o que o meu sempre fez, iria impor minha autoridade como tal, não gerando o medo no meu filho, mas sim o respeito. (Não fiquem espantados, em alguns casos dá certo.)

Mas, confesso que mereci algumas palmadas e nem por isso virei rebelde, agressivo, marginal, como alguns podem dizer.

Acompanho atentamente a educação que pais dão aos seus filhos, as consequências de um ato, se valeu a pena falar, se mereceu bater...

Não acho certo por exemplo, um bebê levar uns tapinhas, uma criança de 5 anos até que se pode esperar, mas eu, como pai – que serei – nunca levantarei a mão para meus filhos.

Você encontra casos de crianças que “sofreram” com isso, que viraram pessoas rebeldes, encontra casos como eu, que isso realmente educou, e há também quem só ouviu, ouviu e no fim das contas não deu em nada.

É, quem sabe o caráter de Edir Macedo foi formado por falta de uns tapinhas... Vai saber.



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Educação?


Não
é de hoje que o ensino público brasileiro vem sendo criticado pela sua falta de qualidade, pela falta de investimento do governo e abandono das escolas. O reflexo de tudo isso está no alto índice de analfabetos funcionais, pessoas que sabem ler, mas não interpretam o que estão lendo, que chega a 30% da população brasileira. Além deles, o Brasil também conta com um grande número de analfabetos, cerca de 11% da população e também mais de um terço dos jovens entre 18 e 24 anos, não estudam.

O governo tenta por meio de programas para a família estimular a ida dos jovens para a escola, claro, isso é a mesma coisa que tapar o sol com a peneira, pois o programa de avaliação continuada, juntamente com a falta de recursos das escolas públicas faz com que o aluno passe de ano sem aprender e se forme sem nem saber ler e escrever direito, e as bolsas da vida se fazem inúteis, pois apesar de o dinheiro, que é praticamente insignificante, dar a possibilidade dessas pessoas comerem e não precisarem do trabalho dos filhos, eles também geram um custo ao estado que poderia ser revertido em investimento na educação, assim os alunos sairiam muito mais capacitados, sabendo realmente ler, o índice de analfabetismo funcional cairia e a renda dessas pessoas iria aumentar.
Como se não bastasse isso, os professore também não são devidamente reconhecidos, têm salários baixos e condições de trabalho ruim, como a falta de infra-estrutura que vemos em muitas escolas e também muito aluno para um único professor, tudo isso comprometendo visivelmente o aprendizado do estudante.

A educação no Brasil está melhorando aos poucos, mas a média nacional de 4,2 ainda está muito baixa se comparada com a média dos países desenvolvidos que é de 6. Para chegarmos nesse nível, terá que ser feito muito mais do que ceder alguns bônus para as escolas, aumentar o salários dos professores e inventar uma jornada dupla para os alunos, é necessário muito investimento em infra-estrutura e também uma contratação significante de professores.

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